terça-feira, 30 de março de 2021

 

 

Blog: Psicologia Espírita

REFLETINDO A ALMA

GRAVITANDO EM TORNO DE DEUS

livro em leitura e estudo: VIDAS VAZIAS

 

Texto: INTERVENÇÕES ESPIRITUAIS

 

 

A vida humana persistindo após a morte orgânica, cada espírito continua conforme os valores acumulados na existência encerrada.

 

Todas as fixações mantidas na jornada física continuam, comandando o comportamento no Além-túmulo, o que vai constituir a sua felicidade ou a sua desdita.

 

Os laços da afetividade positiva ou negativa que unem todas as criaturas facultam os vínculos mentais e o convívio depois da morte entre os que saíram do corpo e os que nele continuam.

 

Essa vinculo transforma-se em intercambio psíquico, onde o desencarnado interfere nas ações daquele que lhe experimenta a emanação mental, dando espaço aos processos de obsessão, quando são atrasados, e de iluminação, quando são evoluídos.

 

O codificador do Espiritismo constatou essa influencia quando os mentores lhe informaram que os desencarnados interferem na vida orgânica mais do que se pensa.

 

A Lei das afinidades, é responsável por essa ocorrência, porque a propicia.

 

Os que se identificam nos ideais, aspirações e comportamentos atraem-se e comungam dos mesmos campos energéticos, alimentando-se ou levando os compares à subserviência, à dependência enfermiça, com as consequências de perturbações que somatizam e passam a viver no corpo físico, que se desconecta do fluxo saudável da vida.

 

Os seres humanos nunca estão sós, estando sempre em perfeita identificação com os desencarnados que lhes são emocional e espiritualmente semelhantes.

 

As vidas se entrelaçam de tal forma que quase ninguém vive sem receber essa influencia.

 

Considerando-se o estágio inferior em que se encontra grande faixa de reencarnados, o intercambio ocorre dentro da onda mental primária, sem grandes possibilidades de superação, exceto quando se muda de comportamento íntimo. Toda ascensão de objetivos produz vinculo com seres que lhe corresponde, que passam a administrar a caminhada terrestre.

 

O hábito de conservar-se pensamentos pessimistas, de sofrimento, de futilidades, e viver-se comportamentos menos dignos atrai Espíritos do mesmo nível moral, que passam a conviver na psicosfera do encarnado, satisfazendo-se com as energias doentias, ao mesmo tempo transmitindo as energias que lhes são próprias. Como consequência, o intercambio inconsciente entre os seres de ambas as regiões vibratórias torna-se natural, tão constante, que o desencarnado mistura-se no psiquismo daquele que se lhe torna vítima, como acontece com quaisquer tipo de parasita...

 

O invasor nutre-se do cavalo que o hospeda à princípio, até tornar-se usurpador das suas energias, que passam a nutrir a sua vítima.

 

As obsessões são inúmeras na Terra, causadas pela ignorância do fenômeno que se constituem e pela facilidade do seu enredamento com os seres reencarnados que as vitalizam.

 

Como a dependência de muitos Espíritos é  grande em relação às energias animais  dos seres humanos, quando eles começam a despertar para a realidade e iniciam às tentativas de libertação, são muito mais agredidos e vitimados.

 

Verdadeiras técnicas são usadas pelos enfermos espirituais que ficam na psicosfera humana inspirando ideias perturbadoras e perversas, doentias e insensatas, que lhes facilitam a continuação do intercambio mórbido.

 

A recomendação de Jesus do vigiai e orai estende-se a essas ocorrências como terapia preventiva a males de tal natureza.

 

As mentes vazias de pensamentos elevados, cheias de queixas e animosidades, que ficam vigiando e afligindo os outros, abrem um campo propicio a exploração dos obsessores ou daqueles ignorantes da sua realidade, submetendo os frívolos e ociosos ao seu talante, ou a sua vontade.

 

As raízes, de muitos males que perturbam e fazem a sociedade da Terra sofrer estão nas ondas do mundo espiritual e criam sérias situações que podem ser evitados com o hábito saudável da oração, da prática de ações nobres, de esforços para a própria transformação moral para melhor.

 

Quando as saudáveis lições do Evangelho de Jesus tornarem-se diretrizes de segurança e as revelações do Espiritismo forem absorvidas, com mais facilidade vai se entender que não existem dois mundos, como normalmente se crê: o espiritual e o material, mas sim apenas o mundo em vários graus de manifestação.

 

Cuidar-se-ão mais dos pensamentos, das palavras e dos atos, pois todas as expressões de vida e atividade mesclam-se nas duas esferas, produzindo ressonâncias equivalentes ao teor vibratório de que se constituem.

 

As criaturas humanas vão compreender que a jornada espiritual é uma continuação natural da física, podendo construir o melhor possível para si mesmas, desde já, preparando o seu futuro imortal.

 

Hoje por causa da perda do sentido ético pela cultura e do incêndio das paixões da libido em várias expressões, o comportamento torna-se totalmente materialista, mesmo nos círculos considerados espiritualistas. Os interesses do prazer exaustivo sobrepõem-se aos que edificam a harmonia íntima onde quer que se encontre.

 

Deve ser feito todo para se encontrar a visão correta do existir e dar equilíbrio aos instintos e boa conduta às emoções, pois tudo se encadeia no Universo, “desde o átomo primitivo até o arcanjo, que também começou por ser átomo, assim como o átomo de hoje será anjo depois”.

 

As obsessões são, mais numerosas do que pode-se imaginar e ninguém está livre de ser-lhes vítima, se não estiver vigilante e em ação na esfera do bem.

 

Quando as psicopatologias forem melhor compreendidas, vão mostrar nas causas endógenas das doenças mentais e psicológicas a presença do ser imortal desencarnado influenciando com força os que se encontram mergulhados na carne.

 

Por várias razões, “busca primeiro o Reino de Deus e Sua Justiça, e tudo mais te será acrescentado”, conforme Jesus propôs no “mundo somente terás aflições”, em razão da transitoriedade da vida orgânica e das conjunturas de que se constitui.

Texto de Joanna de Ângelis, psicografado por Divaldo Pereira Franco no livro, Vidas Vazias, Trabalhado e editado por Adáuria Azevedo Farias. 30/03/2021.

 

 

 

Prévia do próximo texto

 

“cuida do teu aprimoramento interior,

compreendendo o teu irmão de jornada

e ajudando-o quanto possas, sem

  desfalecimento”. 

                                           Joanna de Ângelis

domingo, 21 de março de 2021

 

 

 

Blog: Psicologia Espírita

REFLETINDO A ALMA

GRAVITANDO EM TORNO DE DEUS

livro em leitura e estudo: VIDAS VAZIAS

 

Texto: INTERVENÇÕES ESPIRITUAIS

 

 

Continuando a vida humana após a morte orgânica, cada espírito continua de acordo com os valores acumulados na existência encerrada.

 

As fixações conservadas na encarnação continuam, comandando o comportamento no Além-túmulo, sob a forma de sua felicidade ou de sua má sorte.

 

Os laços da afetividade positiva ou negativa que unem todas as criaturas facultam os vínculos mentais e o convívio depois da morte entre os que saíram do corpo e os que nele continuam.

 

Esse vinculo transforma-se em intercambio psíquico, o desencarnado passa a interferir nas ações do que lhe experimenta a emanação mental, dando espaço aos processos de obsessão, se os desencarnados são atrasados, e de iluminação, se são seres evoluídos.

 

O codificador do Espiritismo constatou essa influencia quando os mentores informaram que os desencarnados interferem na existência orgânica mais do que se pensa.

 

A Lei das afinidades, como é natural, responde por essa ocorrência, por propiciá-la.

 

Os que se identificam nos ideais, aspirações e comportamentos atraem-se e comungam dos mesmos campos energéticos, alimentando-se ou levando os compares à subserviência, à dependência enfermiça, com as consequências de perturbações que somatizam e passam a viver no corpo físico, que se desconecta do fluxo saudável da vida.

 

Os seres humanos nunca estão sós, continuando em perfeita identificação com os desencarnados que lhes são emocional e espiritualmente semelhantes.

 

As vidas se entrelaçam de tal forma que quase ninguém vive sem receber essa influencia.

 

Considerando-se o estágio inferior em que se encontram grande faixa de seres reencarnados, o intercambio faz-se dentro da onda mental primária, sem grandes possibilidades de superação, a não se quando se muda de comportamento íntimo. Toda ascensão de objetivos desenvolve vinculo com seres correspondentes, que passam a administrar a caminhada terrestre.

 

Conservar pensamentos pessimistas, de sofrimento, de futilidades, e viver-se comportamentos menos dignos atrai Espíritos do mesmo nível moral, que passam a conviver na psicosfera do encarnado, alimentando-se com as energias doentias, e transmitindo as suas que lhes são próprias. Como consequência, o intercambio inconsciente entre os seres de ambas as regiões vibratórias faz-se natural, tão constante, que o desencarnado mistura-se no psiquismo daquele que se lhe torna vítima, como ocorre com qualquer tipo de parasita...

 

O invasor nutre-se do cavalo que o hospeda no começo, até tornar-se usurpador das suas energias, que passam a nutrir a sua vítima.

 

As obsessões são muitas na Terra, causadas pelo desconhecimento do fenômeno que se constituem e pela facilidade do seu enredamento com os seres reencarnados que as vitalizam.

 

Como a dependência de muitos Espíritos é  grande em torno das energias animais  dos seres humanos, quando eles começam a despertar para a realidade e iniciam às tentativas de libertação, são bem mais agredidos e vitimados.

 

Verdadeiras técnicas são usadas pelos enfermos espirituais que ficam na psicosfera humana inspirando ideias perturbadoras e perversas, doentias e insensatas, que lhes facilitam a continuação do intercambio doentio.

 

A recomendação de Jesus do vigiai e orai estende-se a essas ocorrências como terapia preventiva a males dessa natureza.

 

As mentes vazias de pensamentos elevados, cheias de queixas e animosidades, que ficam vigiando e afligindo os outros, abrem um campo favorável a exploração dos obsessores ou ignorantes da sua realidade, submetendo os frívolos e ociosos ao seu talante, ou vontade.

 

As raízes, de muitos males que perturbam e fazem a sociedade da Terra sofrer estão nas ondas do mundo espiritual e criam sérias situações que podem ser evitados pelo hábito saudável da oração, da prática de ações nobres, de esforços para a própria transformação moral para melhor.

 

Quando as saudáveis lições do Evangelho de Jesus tornarem-se diretrizes de segurança e as revelações do Espiritismo forem absorvidas, com mais facilidade vai se entender que não existem dois mundos, como normalmente se acredita: o espiritual e o material, mas apenas o mundo em vários graus de manifestação.

 

Cuidar-se-ão mais dos pensamentos, das palavras e dos atos, pois todas as expressões de vida e atividade misturam-se nas duas esferas, produzindo ressonâncias equivalentes ao teor vibratório de que se constituem.

 

As criaturas humanas vão compreender que a jornada espiritual é uma continuação natural da física, podendo construir o melhor possível para si mesmas, desde já, preparando o seu futuro imortal.

 

Hoje por causa da perda do sentido ético pela cultura e do incêndio das paixões da libido em suas várias expressões, o comportamento torna-se totalmente materialista, mesmo nos círculos considerados espiritualistas. Os interesses do prazer exaustivo sobrepõem-se aos que constroem a harmonia íntima onde quer que se encontre.

 

Todo esforço deve ser aplicado no sentido de se encontrar a visão correta do existir e dar equilíbrio aos instintos e boa conduta às emoções, pois tudo se encadeia no Universo, “desde o átomo primitivo até o arcanjo, que também começou por ser átomo, assim como o átomo de hoje será anjo depois”.

 

As obsessões são, mais numerosas do que pode-se imaginar e ninguém está livre de ser-lhes vítima, se não estiver vigilante e ao mesmo tempo em ação na esfera do bem.

 

Quando as psicopatologias forem melhor entendidas, mostrarão nas causas endógenas das doenças mentais e psicológicas a presença do ser imortal desencarnado influenciando com força os que se encontram mergulhados na carne.

 

Por várias razões, “busca primeiro o Reino de Deus e Sua Justiça, e tudo mais te será acrescentado”, como Jesus propôs no “mundo somente terás aflições”, em razão da transitoriedade da vida orgânica e das conjunturas de que se constitui.

 

Texto de Joanna de Ângelis, psicografado por Divaldo Pereira Franco no livro, Vidas Vazias, Trabalhado e editado por Adáuria Azevedo Farias. 21/03/2021.

 

Prévia do próximo texto

 

“cuida do teu aprimoramento interior,

compreendendo o teu irmão de jornada

e ajudando-o quanto possas, sem

  desfalecimento”. 

                                           Joanna de Ângelis

sexta-feira, 12 de março de 2021

 

 

 

 

Blog: Psicologia Espírita

REFLETINDO A ALMA

GRAVITANDO EM TORNO DE DEUS

livro em leitura e estudo: VIDAS VAZIAS

 

Texto: CONSTRUÇÃO AUTOILUMINATIVA

 

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Diante das tempestades que estrugem vigorosas na atualidade, ceifando algumas das belas construções da inteligência humana, por ausência da iluminação espiritual do amor, quase tombas no desanimo.

 

O esforço que aplicas na divulgação do Evangelho, levando-te quase ao êxtase de comunhão com a erraticidade superior, parece  não penetrar nos corações amigos, de modo a alterarem o comportamento para viver a doutrina de Jesus.

 

Alguns se deslumbram e até elogiam verbalmente, mas, continuam com as mesmas atitudes materialistas que caracterizam os dias de hoje, em que se encontram dominados pelas paixões negativas.

 

Outros nem se permitem deixar transparecer as emoções, parecendo anestesiados se satisfazendo nisso, ouvem palavra terapêutica de libertação, e se permitem arrastar pelos automatismos do cotidiano.

 

Grande número de amigos afetuosos continuam presos e depressivos, censurando a tudo numa exaltação do ego sem fim habituados a crítica doentia e destrutiva.

 

As pessoas falam-te sobre o  Reino de Deus como um mito belo e fanático, impossível de ser conquistado, embora aceitem Jesus e até repitam algumas de suas palavras de memória.

 

Diante do insucesso aparente do bem e os naufrágios morais, sociais, econômicos e espirituais nos equívocos perturbadores, permites que a tristeza desça sobre a tua face e a melancolia sussurre aos ouvidos dos teus sentimentos palavras de desanimo, como se a luz estivesse sob densa treva que não consegue diluir.

 

Não te preocupes com os acontecimentos menos felizes e encham os periódicos e os veículos de comunicação de massa, como as virtuais, quase sempre fúteis e tóxicas, que são passageiras e serão logo substituídas pelas abençoadas conquistas da verdade e do amor.

 

Essas experiências oferecem compreensão dos fenômenos essenciais, lapidam as imperfeições do Espírito, aprimoram as qualidades elevadas que se encontram em germe no ser e esperam o momento para desenvolver-se.

 

E assim não desanimes nunca, mantendo sempre o bom ânimo.

 

Considera que os habitantes do planeta querido estão em diferentes níveis de consciência, alguns ainda adormecidos no primitivismo, na expectativa de ajuda para crescer espiritualmente.

 

Os teus irmãos mais difíceis de conviver são o laboratório para as experiências do amor e da caridade moral.

 

Não fujas deles, nem os antipatizes porque geram dificuldade e problemas a tua volta.

 

Ainda bem que já sabes discernir entre os valores éticos e optaste os que dignificam e promovem o ser.

 

Sem duvida, a Humanidade em conjunto tem crescido e, apesar dos dias difíceis que se enfrentam, nunca houve tanto amor na Terra como hoje, que se expressa pelo respeito à Natureza e às suas criaturas, solidariedade nos momentos difíceis e lutas culturais em favor de leis mais justas e governos menos arbitrários.

 

Em muitos lugares já se respira o clima de esperança e de bondade.

 

No teu esforço de autoiluminação, vê que a paciência é fator primordial para o êxito.

 

Os triunfadores sempre enfrentaram dificuldades que somente eles sabem.

 

Não é fácil viver-se os ideais de grandeza moral, tendo em vista a transformação da sociedade para melhor.

 

A velha geração, acostumada a esmagar, subtrair, mentir e impor falsas filosofias de justiça e de prazer, luta com tenacidade contra a nova, que busca a libertação das situações penosas, e que lentamente vão sendo substituídas, por mais que se usem da força e da crueldade.

 

O Senhor da Vida acompanha a marcha das Suas criaturas e inspira os Seus representantes, cuidando deles com afeto e constância.

 

No exercício da paciência, é imprescindível o autocontrole que demonstra como a ciência da paz é eficaz.

 

O célebre escritor francês Gustavo Flaubert escreveu com sabedoria: “Talento significa uma enorme paciência. Quando exercemos uma enorme paciência, nos alinhamos melhor aos ritmos naturais da vida. Há uma estação para tudo. Esta é a lei da Natureza. Com paciência tomam-se melhores decisões”.

 

Se examinarmos a paciência de Nelson Mandela, que esteve preso por 27 anos, num total de dez mil dias, ao ser libertado, livrou da opressão o seu povo, o seu país.

 

Persevera naquilo que crês, pois sabes que o amor é a única solução para todas as dificuldades humanas. O que não consegues hoje lograrás amanhã, se souberes permanecer firme e sem desalento.

 

A resposta de toda sementeira nem sempre corresponde ao que espera o semeador. Nada obstante, um grão que gemina e atinge o objetivo produz muito mais que todos que foram utilizados e nem sequer sobreviveram.

 

Renasceste na Terra para contribuir em favor da Era Nova, alias, todos que se encontram hoje no planeta estão em preparativos para a grande transição que se vem operando desde há algum tempo.

 

No divino calendário não existe pressa, mas o ritmo das Leis de Equilíbrio para que cada acolhimento suceda no instante próprio.

 

Assim também ocorre com o programa de amor para os habitantes do planeta.

 

Aqueles que hoje resistem ou não aceitam voltam mais tarde voltam no caminho da afetividade, que é de sabor imortalista.

 

Não te atormentes, pois.

 

Cuida do teu aprimoramento interior, compreendendo o teu irmão de jornada e ajudando-o quanto possas, sem desfalecimento.

Se agora sofres incompreensões e desafios, não interrompas a marcha, porque esses são sinais de êxito no teu empreendimento de iluminação.

 

Jesus, que nos ama, desde o princípio dos tempos, apesar da nossa tremenda ingratidão, ainda não desistiu de nós.

 

Permanece contribuindo para que o ser que somos aos Seus cuidados cresçamos sempre e alcancemos a plenitude.

 

 

Texto de Joanna de Ângelis, psicografado por Divaldo Pereira Franco no livro, Vidas Vazias, Trabalhado e editado por Adáuria Azevedo Farias. 12/03/2021.

 

 

 

 

 

“DE ALGUMA FORMA, OS SERES HUMANOS JAMAIS ESTÃO A SÓS, ENCONTRANDO-SE EM PERFEITA IDENTIFICAÇÃO COM AQUELES DESENCARNADOS QUE LHES SÃO EMOCIONAL E ESPIRITUALMENTE SEMELHANTES.”    Joanna de Ângelis

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2021

 

Blog: Psicologia Espírita

REFLETINDO A ALMA

GRAVITANDO EM TORNO DE DEUS

livro em leitura e estudo: VIDAS VAZIAS

 

Texto: INGRATIDÃO

 

O processo antropológico da evolução é lento e pede  modificações, adaptações e conquistas psicológicas que vão ocorrer com o tempo. No seu começo vem sob a forma de  evolução aritmética, passo a passo, depois de atingir determinados patamares, ocorre como desenvolvimento geométrico.

 

Quando atinge o estágio da inteligência, do discernimento, da compreensão, da ética e do sentido moral da vida, as conquistas ocorrem em saltos quânticos que possibilita atingir a plenitude.

 

O desempenho do ego na libertação das paixões pede cuidados e perseverança constantes, não se permitindo que más inclinações, vindas de etapas anteriores, se coloquem acima das experiências iluminativas.

 

Muitas vezes, aquele que busca a elevação espiritual luta com hábitos adquiridos, expressando condutas, tropeçando e reincidindo, sem o avanço permanente, que seria o ideal.

 

É preciso libertar-se das heranças infelizes e dos comportamentos doentios que se colocam como prazer, em cada reencarnação.

 

Muitos impositivos do passado continuam dominando nas formas de conduta.

 

Por achar que merece todos os respeitos e honras, o egoísmo, comanda em chefe as imperfeições morais que insistem em continuar e prejudicam ainda mais.

Herança perversa do período egocêntrico, quando se acreditava ser a razão de o Sol brilhar, herança que ainda se encontra na maioria das decisões e tentativas de crescimento intelecto-moral.

 

É necessário, uma conscientização lúcida e firme para trabalhar-se mental e emocionalmente para diluí-lo, ampliando os horizontes da fraternidade, e para reconhecer o quanto é necessário o convívio em grupo e o quanto é feliz aquele que sabe conviver e repartir alegria com o seu próximo.

 

Muitas vezes, o egoísmo resulta de transtornos mentais ou emocionais, isolando o indivíduo que, sente-se superior aos demais, evitando misturar-se com a massa, se destacando do grupo social pelo temperamento doentio.

 

Nesse estágio é comum a pessoa sentir-se  merecedora do esforço de outros, do seu trabalho, das suas gentilezas e dependência, circulando a sua volta, mesmo distante fisicamente para não criar incômodos ou aborrecimentos no sempre insatisfeito egotista.

 

Não se interessando em modificar-se, por sentir-se bem na situação em que se encontra, faz-se simpático para conquistar as outras pessoas, sabe atingir os pontos frágeis das pessoas generosas e torna-se parasita a roubar-lhes a confiança, a afeição, que não correspondem ou nem consideram importantes. Se considerando sempre mais merecedores e soberbos.

 

Desprezam com facilidade quem os ajudam e os estimam, continuando vazios de valores emocionais que os faria entender quanto prejudicam as outras pessoas na sua maneira atrevida de conviver.

 

Quando percebem que não impressionam mais com os seus arroubos e gentilezas forçados, disfarçam e tentam reconquistar quem se afasta, e continua sua caminhada habitual...

 

A ingratidão é doença do Espírito, e deve ser combatida por todos que lhe são vítimas.

 

Pedro, que conviveu com o Mestre em intimidade e recebeu d’Ele muitos tesouros de amor e de socorro, negou-O três vezes, apesar de advertido sobre o egoísmo que ainda se encontrava no seu caráter.

 

Mas caindo em si, soube conquistar a humildade e dedicar-se à pregação e vivencia dos valiosos ensinos do Senhor, doando a vida em sublime holocausto de amor.

 

Judas, também que recebeu de Jesus varias demonstrações de ternura e de afetividade, não resistiu à tentação de vendê-lo, para lucrar as moedas da traição, caindo, depois, em si, e optando pelo suicídio infame.

 

São exemplos importantes de ingratidão que podem ser classificados como traição ao amor, ao devotamento e a confiança que o Rabi lhes ofereceu aos sentimentos, e eles não souberam ou não compreenderam.

 

O ingrato é, também, um traidor da confiança e do respeito que lhe tem sido oferecido.

 

Esse ingrato que foi beneficiado em momento de dificuldade pela bondade do amigo e, a partir daí, todas as bênçãos que lhe chegaram foram consequência feliz do ato inicial que o livrou do problema, da aflição.

 

Nunca podemos retribuir devidamente um ato de bondade salvador, uma entrega de ternura e um gesto de compreensão. Dessa forma se adquire uma dívida com a Consciência Cósmica, que  aguarda momento para que o gesto se dirija em benefício do outro que se encontre em situação equivalente.

 

O ingrato sempre produz mal ao seu benfeitor pelo efeito emocional produzido com o seu comportamento, diminuindo a intensidade do espírito fraternal ou tornando indiferente quem acreditava na generosidade, no socorro imediato.

 

O ingrato é pessoa infeliz, por lhe faltar ainda a sensibilidade de amar realmente alguém. Toda expressão de afetividade está na condição da retribuição de algo.

 

Felizes são os que não desanimam, mesmo traídos, enganados e esquecidos após fazerem o bem.

 

Quando as condições forem favoráveis a semente que foi lançada no subsolo ela germinará.

 

Assim também é a bondade que se oferece ao próximo.

 

Continua gentil sem te afetar pela rudeza dos ingratos, compreendendo que é sempre melhor para aquele que dá e é bondoso.

 

A vida da Terra, por mais longa que seja, é sempre de duração rápida...

 

Se ocorre inimizades e alguém busca a vingança, quando a executa, se satisfaz no momento, porém, se perdoa fruirá do bem estar para sempre.

 

Não te perturbes com os que te exploraram, te enganaram, mentiram para conseguir o que queriam. As experiências irão lhes ensinar e tu continuarás amando, porque o bem que se faz é moeda de amor que se transformará em soberana luz de bem esta-estar.

 

Quando não puderes retribuir ao teu benfeitor algo do muito que ele te ofereceu, passa a outrem a colaboração da amizade, o sorriso da simpatia, a ajuda já possível de ofertar.

 

O mundo está cheio de ingratos, mas o amor vai aos poucos vencendo as resistências do egoísmo e espalhando ternura, afeto e gratidão em toda parte.

 

 

 

Texto de Joanna de Ângelis, psicografado por Divaldo Pereira Franco no livro, Vidas Vazias, Trabalhado e editado por Adáuria Azevedo Farias. 22/02/2021.

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2021

 

Blog: Psicologia Espírita

REFLETINDO A ALMA

GRAVITANDO EM TORNO DE DEUS

livro em leitura e estudo: VIDAS VAZIAS

 

Texto: INGRATIDÃO

 

O processo antropológico da evolução é lento e pede as modificações, adaptações e conquistas psicológicas que vão ocorrer com o passar do tempo. No seu começo ocorre sob a forma de  evolução aritmética, passo a passo, depois de atingir determinados patamares, ocorre o desenvolvimento geométrico.

 

Ao atingir o estágio elevado da inteligência, do discernimento, da compreensão, da ética e do sentido moral da vida, as conquistas ocorrem em saltos quânticos o que vai permitir atingir a plenitude.

 

Mas, o desempenho do ego na libertação das paixões pede cuidados e perseverança constantes, não se permitindo que as más inclinações, que vem das etapas anteriores, se coloquem acima das experiências iluminativas.

 

Muitas vezes, aquele que busca a elevação espiritual luta em condutas adquiridas como hábitos, continuamente tropeçando e reincidindo, sem o permanente avanço, que seria o ideal.

 

É necessário libertar-se das heranças infelizes e dos comportamentos doentios que se impõem como prazer, em cada reencarnação.

 

São muitos os impositivos do passado que continuam dominando nas formas de conduta.

 

Por compreender que merece todos os respeitos e honras, o egoísmo, torna-se o comandante em chefe das imperfeições morais que insistem em permanecer e que mais prejudicam.

Herança perversa do período egocêntrico, quando se acreditava ser a razão que fazia o Sol brilhar, herança que continua na maioria das decisões e tentativas de crescimento intelecto-moral.

 

É preciso, uma conscientização lúcida e firme para trabalhar-se mental e emocionalmente com a finalidade de diluí-lo, ampliando os horizontes da fraternidade, e reconhecer o quanto é necessário o convívio em grupo e o quanto é feliz todo aquele que sabe conviver e repartir alegria com o seu próximo.

 

Muitas vezes, o egoísmo resulta de transtornos mentais ou emocionais, isolando o indivíduo que, sente-se superior aos demais, evitando misturar-se com a massa, se destacando do grupo social pelo temperamento doentio.

 

Nesse estágio é comum a pessoa se sentir merecedora do esforço de outros, do seu trabalho, das suas gentilezas e dependência, circulando a sua volta, mesmo que estejam, distante fisicamente para não criar incômodos ou aborrecimentos no sempre insatisfeito egotista.

 

Conhecendo-se, e não se interessando em modificar-se, por sentir-se bem na situação inusitada em que se encontra, faz-se simpático para conquistar as outras pessoas, sabe atingir os pontos frágeis das pessoas generosas e torna-se parasita a roubar-lhes a confiança, a afeição, que não correspondem ou nem consideram importantes. Se considerando sempre mais merecedores e soberbos.

 

Desprezam facilmente quem os ajudam e os estimam, seguindo vazios de valores emocionais para entender quanto prejudicam as outras pessoas com a sua maneira atrevida de conviver.

 

Quando percebem que não impressionam mais com os seus arroubos e gentilezas forçados, disfarçam e tentam reconquistar quem se afasta, e continua a sua caminhada habitual...

 

A ingratidão é doença do Espírito, que deve ser combatida por todos que lhe são vítimas.

 

Pedro, que conviveu com o Mestre em intimidade e recebeu d’Ele muitos tesouros de amor e de socorro, negou-O três vezes, apesar de advertido sobre o egoísmo que ainda se encontrava no seu caráter.

 

Mas caindo em si, soube conquistar a humildade e dedicar-se à pregação e vivencia dos valiosos ensinos do Senhor, doando a vida em sublime holocausto de amor.

 

Judas, também que recebeu de Jesus varias demonstrações de ternura e de afetividade, não resistiu à tentação de vendê-lo, para lucrar as moedas da traição, caindo, depois, em si, e optando pelo suicídio infame.

 

São exemplos importantes de ingratidão que podem ser classificados como traição ao amor, ao devotamento e a confiança que o Rabi lhes ofereceu aos sentimentos, e eles não souberam ou não compreenderam.

 

O ingrato é, também, um traidor da confiança e do respeito que lhe tem sido oferecido.

 

Esse ingrato que foi beneficiado em momento de dificuldade pela bondade do amigo e, a partir daí, todas as bênçãos que lhe chegaram foram consequência feliz do ato inicial que o livrou do problema, da aflição.

 

Nunca podemos retribuir devidamente um ato de bondade salvador, uma entrega de ternura e um gesto de compreensão. Dessa forma se conquista uma dívida com a Consciência Cósmica, que  aguarda momento para que o gesto vá em benefício do outro que se encontre em situação equivalente.

 

O ingrato sempre produz mal ao seu benfeitor pelo efeito emocional produzido com o seu comportamento, diminuindo a intensidade do espírito fraternal ou tornando indiferente quem acreditava na generosidade, no socorro imediato.

 

O ingrato é pessoa infeliz, por lhe faltar ainda a sensibilidade de amar realmente alguém. Toda expressão de afetividade está na condição da retribuição de algo.

 

Felizes são os que não desanimam, mesmo traídos, enganados e esquecidos após fazerem o bem.

 

Quando as condições forem favoráveis a semente que foi lançada no subsolo ela germinará.

 

Assim também é a bondade que se oferece ao próximo.

 

Continua gentil sem te permitir afetar pela rudeza dos ingratos, compreendendo que é sempre melhor para aquele que dá e é bondoso.

 

A vida da Terra, por mais longa que seja, é sempre de duração rápida...

 

Se ocorre inimizades e alguém busca a vingança, quando a executa, se satisfaz no momento, porém, se perdoa fruirá do bem estar para sempre.

 

Não te perturbes com os que te exploraram, te enganaram, mentiram para conseguir o que queriam. As experiências irão lhes ensinar e tu continuarás amando, porque o bem que se faz é moeda de amor que setransformará em soberana luz de bem esta-estar.

 

Quando não puderes retribuir ao teu benfeitor algo do muito que ele te ofereceu, passa a outrem a colaboração da amizade, o sorriso da simpatia, a ajuda já possível de ofertar.

 

O mundo está cheio de ingratos, mas o amor vai aos poucos vencendo as resistências do egoísmo e espalhando ternura, afeto e gratidão em toda parte.

 

 

 

Texto de Joanna de Ângelis, psicografado por Divaldo Pereira Franco no livro, Vidas Vazias, Trabalhado e editado por Adáuria Azevedo Farias. 15/02/2021.